Tag: #DeOlhoNoCerrado

Com frutos do Cerrado, camponeses de Bonito (MS) resistem aos agrotóxicos

Aliado a práticas agroecológicas, extrativismo da bocaiuva, do bacuri e da guavira garante renda para famílias camponesas na Serra

Em nota, kalungas, Central do Cerrado e Fundação Banco do Brasil contestam afirmações de Alex Atala

Parceiros no projeto Baunilha do Cerrado refutam argumentos apresentados pelo chef após revelação, pelo De Olho nos Ruralistas, de

Comunidades kalungas vizinhas a Vão de Almas recusaram projeto de Alex Atala para baunilha do Cerrado

Grupo se sente à parte das decisões tomadas e não vê vantagem na exploração da baunilha; para os quilombolas,

Respostas do Instituto ATÁ sobre registro da marca “Baunilha do Cerrado”

De Olho nos Ruralistas enviou, em duas oportunidades, uma lista de perguntas ao Instituto ATÁ, do chef paulistano Alex

Alex Atala registra marcas da baunilha do Cerrado, alimento tradicional dos quilombolas

Instituto criado pelo chef paulista transforma a especiaria em marcas exclusivas e obtém financiamento de R$ 424 mil para

Após saída de médicos cubanos, Kalungas relatam atendimento precário em Goiás

Das três vagas deixadas em Cavalcante, apenas uma foi preenchida; em meio à denúncias de descaso em postos de

Metodologia defasada permitiu que área do tamanho do Panamá fosse desmatada entre a Amazônia e o Cerrado

Com distorções que chegam a 245%, "linha divisória" adotada pelo IBGE fez o Cerradão, região de florestas, ser enquadrado

Baru, pequi, jatobá: saiba como a Central do Cerrado escoa frutos colhidos por camponeses

Administrada por agroextrativistas, união entre cooperativas beneficia 8 mil famílias por meio da comercialização de produtos nativos do bioma;

Mulheres do Assentamento Monjolinho, no MS, protagonizam resgate de ingredientes do Cerrado

Por meio do beneficiamento de frutos como baru, pequi e jatobá, camponesas de Anastácio conquistam independência financeira; apesar do

Braço direito de João de Deus fez parte de grupo que aterrorizou garimpos

João Américo França Vieira foi sócio de Rambo do Pará, morto pela PM do Pará em 1992; ambos atuavam